A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/05/2020
Indubitavelmente,tem-se uma sensação de descrédito geral com a política,na opinião dos jovens em particular, não poderia ser diferente. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que eleitorado cresceu relação a 2014, mas que caiu o número de jovens eleitores (de 16 e 17 anos).Os fatores que podem estar envolvidos são: a carência de um incentivo pelo modelo existente e o exemplo das referências políticas, atualmente, em voga.
Segundo o psicólogo Albert Bandura, a família, a escola, a comunidade são grupos sociais aos quais somos inseridos em determinadas fases do desenvolvimento e que contribuem para o desenvolvimento da aprendizagem.Deste modo, temos jovens que observam e aprendem que não devem participar da política, uma vez que, é sinônimo de desonestidade ou imoralidade.
Ademais, é de notório conhecimento,os escândalos envolvendo políticos como o “Mensalão”,cujo deputado federal e então presidente do PTB, Roberto Jefferson foi acusado de chefiar um esquema de corrupção em maio de 2005. Esse político é influência até os dias de hoje - 2020.É provável que, seja um fator de desestímulo para o jovem seja tais protótipos eleitos democraticamente,talvez até por uma propaganda eficaz.
Portanto, a sociedade deve acreditar na sua juventude, uma das formas seria investir numa propaganda que sustentasse uma novo jeito de enxergar a política, incentivando o jovem a participar ativamente ao encontro de um candidato que o representasse nas suas mais profundas características,necessitando , desde cedo, uma educação para o voto. Para isso, é necessário instituir num currículo específico que recupere figuras históricas que sirvam de modelo de boas políticas.Finalizando, conforme Gonzaguinha, “eu acredito é na rapaziada que segue em frente e segura o rojão.”