A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/05/2020
Na contemporaneidade, vivenciamos um fato que assola a população brasileira – a participação política do jovem no Brasil. Tal tema, se enquadra como uma problemática pelo fato de grande parte dos jovens estarem desiludidos com a política atual. Devido a esse fato, dois problemas fazem-se relevantes: a desilusão política por parte da juventude, bem como a diminuição dos movimentos sociais nas ruas do Brasil.
Em primeira análise, em 1983 teve o início das Diretas Já, que basicamente se resume em um movimento que pedia a volta dos votos e participação dos jovens na política naquela época. Baseado nesse fato, nos dias de hoje não vemos movimentos assim contra uma presidência, de acordo com o jornal “estadão”, menos de 40% da população jovial do país teria interesse em ir nas ruas para protestar algo contra um governo. Isso se dá pelo fato de grande parte dos jovens estarem totalmente desiludidos com os atuais governantes e futuros políticos. Problema esse, que precisa ser contornado para que o Brasil não se torne um país totalmente controlado por políticos e com censuras às opiniões públicas.
Em segunda análise, seguindo a linha de raciocínio, em 1992 quando o movimento dos Caras Pintadas foram as ruas pedindo o impeachment de Fernando Collor, foi uma representação de resistência dos jovens ao governo que estava fora do agrado de todos. Perante esse fato, vale analisar que nos dias atuais, de acordo com o jornal “política.estadão”, apenas 45 milhões de jovens, de 144 milhões, participam da política atual. Sob tal ótica, essa problemática precisa ser revertida com projetos sociais e midiáticos para maior influência e encorajamento na cabeça e personalidade desses indivíduos.
Portanto, urge que as escolas e ONGS se unam para a sensibilização do jovem, com o intuito de influencia-los a participarem mais da política, por meio de palestras e aulas adicionais sobre a importância do seu papel como cidadão na política, que irá surtir um efeito de maior conscientização e enfrentamento, não deixando as decisões 100% nas mãos dos governantes do Brasil e automaticamente ampliando a democracia no país.