A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/05/2020
O filósofo Platão, expõe em sua obra “alegoria da caverna” como é mais fácil manter-se preso ao senso comum do que pensar e sair da sua comodidade. No contexto atual, essa obra exemplifica uma parcela da juventude, que por muitas vezes se mantém comoda quando o assunto é política. Causando assim, uma baixa participação dos jovens na diplomacia brasileira.
Em muitos casos, a classe juvenil não se sente atraída para o âmbito da política por falta de entendimento e estudo a cerca do tema. Isso se dar devido ao fato de não existir um contato direto entre o jovem e a política no processo de aprendizagem nas instituições de ensino. Dessa forma, muitos acabam tornando-se analfabetos políticos e cidadãos sem repertório para entender os assuntos que abrangem a área democrática.
Pode-se observar também que aqueles que se interessam por tal assunto usam as redes sociais como palco de debate e aprendizado. Porém, essas plataformas nem sempre são eficazes quando o assunto é política. Isso ocorre pois os governadores não se sentem tão pressionados quanto em manifestações físicas - como as da “Diretas já”, que ocorreram durante regime militar pelo direito ao voto. Sendo assim, a juventude se ver sem conhecimento e sem voz.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. Como disse Nelson Mandela “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, sendo assim, a implementação de uma matéria voltada para a formação do aprendizado político deve ser implementada nas escolas. Assim, a juventude terá uma bagagem de conhecimento e se sentirá apta para participar das questões politicas e de manifestações físicas.