A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 29/05/2020

Na democracia da Grécia Antiga somente jovens maiores de 18 anos, livres e atenienses tinham o direito ao voto e partipar do governo, um contraste evidente que vemos no Brasil no século XXI, visto que meninos e meninas a partir dos seus 16, já podem decidir o futuro do país. Mas ainda que muitas coisas tenham mudado no decorrer de muitos anos, é indubtável que a participação dos jovens na política do Brasil contemporâneo ainda não é totalmente plena, considerando a falta de discussão nos âmbitos mais comuns de convivência, como as redes sociais e as escolas.

A priori, a constituição de  1988 garante que todo o cidadão tem direito a saúde, educação e seguraça, todavia nas escolas há ainda a escassez de conversas sobre sobre o que se vive atualmente no Brasil, banalizando então a importância da política e, portanto, alienando adolescentes que possuem força para lutarem pelos seus direitos. Os colégios possuem grande transcendência no assunto, pois são eles que formulam a sapiência dos adolescentes contemporâneos; e se os mesmos focarem mais no passado, o jovens ficarão presos ali não adquirindo o necessário para prosseguir na história e, criar um novo caminho não só para a política, mas como também para a economia e afins.

Em segundo lugar, as redes sociais, onde os jovens, de acordo com o site Época Negócios, passam 15,6% do seu tempo, não discutem a política de forma profunda e detalhada, permitindo que aqueles que as acessam possam obter argumentos próprios, defendendo seus princípios; muito pelo o contrário, os pontos de vista defendidos por uns acabam sendo defendidos também por outros, mesmo eles não possuindo informações que atribuam para isso. O que nos leva a parafrasear uma das leis de Newton: um problema tende a permanecer problema caso uma força resolutiva não lhe se seja aplicada, pois embora seja evidente o problema e maior ainda o meio para solucionar o mesmo (neste caso a Internet), ainda não lhe é feito.

Portanto, é mister que o Ministério da Educação e Cultura — o MEC, promova principalmente nas redes sociais discussões e eventos que possam agregar no conhecimento, não só dos jovens mas de toda a população. Assim como as escolas devem abrir espaço para tal, com debates, paletras, aulas que aprofundam a polítca atual, dando ênfase na importância dos jovens nesses quesitos, afim de que passem a ter maior aprendizado e consequentemente maior participação, aplicando a forção de resolução ao problema e permitindo que os jovens atuem com mais força e sentido na polítca do Brasil contemporâneo.