A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 01/06/2020
É notório o grande poder que os jovens podem ter na política. Visto que, um terço do eleitorado brasileiro é composto por pessoas entre 16 e 33 anos. Porém, segundo dados do TSE, a participação dos jovens de 16 e 17 anos tem diminuído nas eleições. Diante disso, faltam programas que promovam e despertem o interesse político juvenil no Brasil.
Desde o final do século XX, surgiram movimentos, como o Diretas Já, com o objetivo de fazer reivindicações ao governo. Os protestos de cidadãos indo às ruas mostraram-se cada vez mais frequente e eficazes, pois perceberam que apenas os engajamentos virtuais não eram suficientes. Assim, ver pessoas saindo da sua zona de conforto para lutar por um ideal, repercute a força de uma geração.
Ademais, essa geração de jovens, com maior domínio de influenciar, devem estar cada vez mais presentes nos assuntos que dizem respeito ao país e à cidadania em geral. É preciso encorajá-los a tomarem partido e serem formadores de opinião frente ao Congresso. Tendo em vista, que o futuro de uma nação vem das decisões políticas governamentais.
Portanto, cabe à sociedade juntar força e se organizar por meio de palestras nas escolas e câmaras municipais, ministradas por intelectuais. Isso deve ser feito com o intuito de estimular o debate e a movimentação política entre todas as pessoas. Só assim, será possível alcançar uma maior atuação política dos jovens no Brasil contemporâneo.