A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 29/05/2020
“Política, religião e futebol não se discute” ditado popular esse, que quanto ao que se trata de política, tem uma importância de maior relevância, visto que a mesma tem impacto direto na vida de cada cidadão.
Em um passado não tão distante, os cidadãos não davam a devida atenção a política, era um assunto com muitos “tabus” algo que é muito complexo, e que não havia muito oque se fazer, fato este que, o filosofo grego Platão discordaria veementemente, pois o mesmo já dizia “O preço à pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior”.
Na era da comunicação em que vivemos, é possível acompanhar em tempo real; as criações, propostas, votações e implementações de leis e projetos. Tendo em vista que o acesso á informação está mais fácil e prático, é de se esperar que os jovens participem mais de assuntos que antes não tinham ideia do potencial impacto que têm na sociedade. Entretanto, com todo esse avanço da tecnologia e dos meios de comunicação, vêm surgindo cada vez mais “formadores de opinião”, fazendo de grande parte da sociedade, massa de manobra.
Nota-se que pelo excesso de informações que temos, é comum as pessoas terem suas responsabilidades sociais dissipadas, e opiniões terceirizadas, contudo, ficamos a margem de sérias consequências, já que a juventude é o futuro do planeta.
Sendo assim, é evidente que medidas precisam ser tomadas, mudanças na grade escolar, feita pelo MEC “Ministério da educação e cultura”, inserindo e revisando pautas que estimulem o senso critico dos jovens, para que não se contentem e criem opiniões apenas com as “manchetes”, e sim leiam o “artigo” por completo, para que cheguem em suas próprias conclusões, estimulando o debate e a pluralidade de idéias, e não deem espaço para serem manipulados fortalecendo movimentos extremistas.