A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 01/06/2020
Em 2016, estudantes ocuparam escolas estaduais em resistência ao sucateamento da educação brasileira. No entanto os jovens não estão participando ativamente da política contemporânea. Nesse sentido, o problema persiste devido a falta de educação política e a fragilidade na formação da cultura política.
Em primeiro plano, evidencia-se um déficit no ensino político nas escolas, tornando-se um grande responsável pela complexidade da problemática. Conforme Aristóteles, “O homem é um animal político”. Nessa perspectiva, pode-se observar que as instituições de ensino não trazem à pauta a democracia atual, não desenvolvendo uma juventude crítica, que empenham-se em ideais, que são defensores de opinião e buscam todos os dias se tornarem seres políticos.
Em segundo, destaca-se a debilidade na construção social que se refere ao meio administrativo do Estado. Diferenciando da sociedade grega antiga, que havia a atuação direta do cidadão nos negócios públicos. Segundo esse conceito, nota-se que a descrença nos políticos e na política está ocasionando pouca atuação da população, sobretudo dos mais novos, que representam mais de 45 milhões dos eleitores no país, segundo o jornal digital Estadão.
Portanto, medidas devem ser tomadas. Para isso, o Ministério da Educação ( MEC ), com o apoio do Ministério da Cidadania, deve criar um projeto que inclua a educação política na grade escolar, por meio de aulas e debates estudantis. A fim de trazer maior conhecimento sobre política e cidadania, formando uma geração de cidadãos políticos, conscientes e comprometidos com a democracia e com suas ações possam transformar a história. Assim possivelmente a essência do que Aristóteles refere-se seja a de um jovem cidadão que exerça plenamente seus direitos e deveres. Assim possivelmente a essência do que Aristóteles refere-se seja a de um jovem cidadão que exerça plenamente seus direitos e deveres.