A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 27/05/2020
Surgida em Atenas durante a Idade Antiga, a democracia foi uma importante forma de combater o regime aristocrata. Entretanto, os únicos com direito a participar da política eram os homens, maiores de 18 anos, nascidos em Atenas e donos de terras, o que excluía 90% da população. Contudo, hodiernamente, os direitos políticos foram mais difundidos, sendo permitidos hoje a todo cidadão brasileiro maior de 16 anos. Não obstante, devido a falta de formação adequada, muitos jovens brasileiros se abstêm do direito à participação política.
Sob tal ótica, vale ressaltar a importância do engajamento política dos jovens tupiniquins na construção de um pais mais justo. Conforme vivenciado este ano, a manifestação estudantil a favor do adiamento dos vestibulares públicas e privadas devido a pandemia do novo Covid-19, mostrou o poder de transformação da juventude brasileira, que quando bem instruída é capaz de promover mudanças significativas no cotidiano da nação.
Ademais, a falta de uma formação adequada faz com que muitos adolescentes não tenham dimensão da relevância da sua atuação na política do país. Consoante análises comparativas entre épocas, feitos pelo IBGE, é fato que os adolescentes desse século possuem mais informação do que os de qualquer outra. Todavia, informação em excesso pode se mostrar nociva ao desenvolvimento social caso não seja acompanhada de um instrução apropriada, a qual muitos adolescentes não tiveram acesso durante seu ensino regular.
Logo, é mister que o Estado busque formas de amenizar o quadro atual. Para isso, urge que o Ministério da Educação, por meio da criação de cursos onlines, ministrado por profissionais especializados, garanta que os jovens contemporâneos tenham mais ciência do poder político que possuem. Somente assim, a nova geração começará a de fato a construir um novo futuro.