A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 30/05/2020
A Revolução Francesa, ocorrida em 1789, tornou-se um marco da expansão dos direitos civis e sociais. Fundamentados nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade os vanguardistas ampliaram a isonomia social. Categoricamente, a participação do jovem na política brasileira caracteriza-se como sendo displicente, uma vez que a maioria não apresenta interesse algum pela maneira como os governantes conduzem o país. Assim, convém analisarmos as principais causas de tal mazela, e propor medidas afirmativas para extingui-la.
Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a taxa do eleitorado entre 16 e 17 anos definhou 14,5% entre o período de 2014 à agosto de 2018. O fato expresso pode ser elucidado pela crise política, que ligada à esquemas de corrupção assolou a sociedade brasileira, obsedando as perspectivas e anseios juvenis. Nesse contexto, temos o declínio da democracia, ocasionado pela ausência participativa. Tal cenário acarreta na retração da jurisprudência nacional, e amplia a negligência tanto dos políticos como da classe eleitora.
Não obstante, a carência de oportunidades no que tange ao ingresso em instituições de ensino superior, e vagas no mercado de trabalho formal, acentuaram a abnegação dos jovens pela gestão governamental vigente. Dessa forma, a incapacidade de ascenção social gera um estado de “determinismo”, desestimulando ainda mais o público adolescente. Dessarte, é imprescindível que melhorias sejam efetuadas como forma de potencializar o engajamento da população supracitada.
Em virtude dos argumentos aludidos, convém destacar a importância da educação na formação de uma sociedade diligente; capaz de reivindicar por seus direitos. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação(MEC) intensificar a carga horária das disciplinas de ciências humanas, além de investir em propagandas virtuais.