A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 30/05/2020

Diferente da Roma Antiga, onde praticava-se uma politica participativa, no Brasil temos a prática de uma politica representativa na qual os cidadãos, no período eleitoral, escolhem seus candidatos para representar os seus interesses e do povo. Porém, nota-se que a participação de jovens na politica seja vista como inexperiente, muitas vezes dada como sem bases e sem fundamentos para exercer tal responsabilidade. A falta de conscientização popular e de uma educação politica toram o exercício de tais funções desinteressante para os jovens.

Primeiro, deve-se entender que a prática da politica é feita em todas as esferas sociais. No entanto, para a socióloga brasileira Loriza Lacerda, defende a ideia que criou-se um entendimento popular no qual politica é restrito apenas para alguns grupos e não para outros. Ainda segundo a mesma, a juventude prioriza o Mercado de Trabalho e uma graduação, deixando em segundo plano uma abordagem politica.

Também deve constar que a falta de uma educação politica deixa os jovens desempoderados neste setor. Não havendo uma prática recorrente nem uma participação ativa de sua atividades, como explica o filósofo alemão Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Logo, sem uma educação nesta área, as atividades diminuem.

Por fim, para aumentar a participação e romper paradigmas sociais. Os jovens brasileiros interessados em participação politica junto ao Ministério da Educação e Cultura (MEC) e emissoras de rádio e televisão podem desenvolver movimentos sociais e campanhas de conscientização populacional nas qual por meio de seus veículos informacionais, levem uma mensagem para seus respectivos espectadores.