A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 30/05/2020

Na Grécia Antiga, o regime político ateniense foi considerado o primeiro governo democrático da história, em que era permitido na Ágora o debate de questões políticas entre todos os cidadãos. Contudo, tal conceito mostra-se ausente na conjuntura hodierna do Brasil, onde a juventude tem sido uma das classes sociais a não terem participação no contexto político, além de possuírem um defasado conhecimento sobre este. Nesse sentido, é preciso encontrar subterfúgios para resolver a problemática.                       Primeiramente, a exclusão dos jovens em questões sociais os impede de impor suas considerações e opiniões, dessa maneira, desconsiderando seus direitos. Logo, contrapondo-se à Constituição Federal de 1988 que em seu 5° artigo fornece à população uma vida digna e de qualidade, incluindo a liberdade de expressão.                                                                  Ademais, a falta de compreensão acerca de temas como esse, dificulta a relação juvenil com a sociedade devido à precária didática a qual estão submetidos, obtendo uma limitada concepção sobre a cidadania. Assim, em contraste ao físico Albert Einstein que segundo ele, “Quando jovens aprendemos. Quando velhos entendemos”.                                                     Portanto, medidas são necessárias para solucionar os fatos elencados. O Poder Legislativo poderia elaborar uma lei que assegurasse à esta minoria a integração em partidos político, mediante medidas governamentais, com fito de priorizar seus princípios, dessa forma, desenvolvendo a política nacional. Destarte, o MEC precisa criar palestras e projetos, por meio de uma parceria com a escola, com o intuito ampliar o conhecimento deste conjunto de indivíduos sobre a política, sociedade e o papel que estes tem sobre ela, deste modo, correspondendo ao pensador Einstein. Em suma, a democracia de Atenas se tornará uma realidade palpável para os habitantes brasileiros.