A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 01/06/2020

A Revolução Industrial trouxe diversos avanços tecnológicos que resultam em uma melhora no acesso a informação. Dessa forma, os jovens brasileiros ficaram mais conectados e com mais opções aumentou os posicionamentos na política. Assim, fica evidente que a participação da juventude é importante para maior conhecimento dos direitos e para poderem expressar pensamentos além do que as pessoas de sua convivência propagam.

Primeiramente, todo indivíduo deve ter dignidade humana, de acordo com as Diretrizes dos Direitos Humanos, promulgado pela Organização das Nações Unidas em 1948. Entretanto, isso não ocorre, visto que o ensino sobre política não ocorre nas escolas e nas famílias dentro de casa quando ocorre o responsável pela criança/adolescente acaba apresentando somente o lado que lhe agrada, o qual resulta em uma violação dessa premissa, pois a pessoa acaba não conhecendo e não sabe sobre seus direitos como se posicionar. Assim, cabe ao Ministério da Educação adicionar na matriz curricular o estudo sobre política para a população ter mais conhecimento sobre essa temática.

Além disso, no Brasil houve um aumento na participação do jovem, porém ainda é pequena se levarmos em consideração de que apesar do voto ser permitido a partir dos 16 anos poucos decidem já começar a votar nessa idade, pois já estão desacreditadas com a política do país. Sob esse viés, o filósofo Thomas More fala sobre a Utopia, e o mesmo pontua que ela serve para caminhar, ou seja, buscar a mudança, e, assim, deve ser ensinada para a juventude brasileira acreditar em uma utopia de uma nação sem corrupção, para que incentive os adolescentes a se interessarem pela política e acreditar no que pode ser feito. Logo, é importante que o Poder Público se preocupe em divulgar mais sobre o Governo e de uma forma que possa ser compreendida pela população.

Urge, portanto, uma necessidade de melhora nesse cenário da política jovem na contemporaneidade. Para isso, é importante que o Poder Público designe que o Ministério da Educação coloque na matriz curricular desde o ensino fundamental o ensino sobre política, com ensino sobre partidos, direitos e etc, com o intuito de preparar os jovens e para eles aprenderem sobre o assunto com mais aulas centradas no assunto e com professores especializados e possam compreender para poderem se posicionar sobre o assunto, para que, assim, os jovens brasileiros possam ter mais vontade para participar dos assuntos políticos e saberem opinar. Logo, os cidadãos poderão usar cada vez mais os recursos tecnológicos da Revolução Industrial à seu favor para sua participação no Brasil contemporâneo.