A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 31/05/2020

Durante o período imperial no Brasil, só homens muito importante poderiam participar da política o que foi a causa de muitas revoltas das classes mais baixas, visto que lutavam constantemente por melhorarias. Contudo, ao analisar a participação política do jovem no Brasil contemporâneo, percebe-se que a população não a valoriza como antes. Nesse contexto, o fator é evidenciado ao observar a questão do desinteresse dos jovens nas eleições quanto das atuais manifestações.

A principio, convém frisar que a ausência do interesse da população no processo eleitoral é um fator predominante para a persistência do problema. Segundo Rousseau na obra ‘‘contrato social’’, cabe ao Estado viabilizar ações que garantem o bem estar coletivo. No entanto, nota-se que no Brasil após tantos casos de corrupções e mentiras o jovem não consegue se interessar pela política e economia do seu pais. Dessa forma é inaceitável, que em pleno século XXI, aconteça tais atitudes.

Ademais, vale ressaltar que as manifestações virtuais auxiliam na disseminação desse entrave no país. De acordo com o escritor literário Oscar Wilde, a insatisfação é primeiro passo para o progresso de uma nação. Nesse sentido, é notório que as manifestações foram por muito tempo uma forma utilizada pela população para resolver problemas, mas na contemporaneidade houve grandes mudanças, pois poucos se sensibilizam com o problema do próximo.

Infere-se, destarte, a necessidade de combater a problemática. Portanto, cabe ao Estado resolver o  impasse, deve-se cobrar mais dos candidatos que tratem da realidade e tenha um dialogo franco com a população sempre visando a verdade. Dessa forma, será possível garantir a participação que, de fato, integra os indivíduos e promove a construção do conhecimento. Só então haverá uma sociedade que promove o bem estar coletivo como já era dito por Rousseau.