A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 01/06/2020

Para o filósofo René Descartes, age com maior liberdade aquele que conhece as alternativas que precedem a escolha. Assim sendo, para que o jovem brasileiro exerça sua plena liberdade, seu conhecimento sobre o assunto e sua participação na política é de suma importância e deve ser incentivada, pois fomenta a boa qualidade dos próximos líderes e uma maior inclusão social.

Nesse contexto, os jovens representam a próxima geração de líderes, e precisam estar preparados. Nisso, a série The Crown é uma bibliografia cinematográfica que mostra as dificuldades da trajetória da atual rainha do Reino Unido, devido não ter sido preparada previamente com conhecimentos políticos. Analogamente, essa situação demonstra o provável futuro de uma sociedade em que os jovens não são devidamente engajados com a política, e líderes sem um bom preparo prévio, não podem desempenhar um cargo com a qualidade necessária, e assim, desperdiça a oportunidade de mudança e melhoria do sistema.

Outrossim, a política deve atender ao máximo de necessidades presentes em uma sociedade. Consoante Hannah Arendt, a pluralidade é a lei da Terra, pois quem habita o planeta não é o Homem, mas os homens, ou seja, é um universo multicultural e todas as minorias devem ser atendidas. Logo, os jovens, ao participarem de manifestações sociais e políticas, lutam pelos direitos de suas comunidades, por meios online ou pelas ruas, e promovem a inclusão de todos.

Portanto, o Ministério da Educação deve incentivar o interesse do jovem pela política, por meio da implementação da educação política no currículo escolar, com conhecimento teórico e atividades sociais com a comunidade, com o objetivo de informá-los ao passo que mostra a importância da área. Também, o Estado deve incentivar a participação do jovem na política, por intermédio da implementação de engajamento online, com participação em enquetes e portais para compartilhamento de opiniões, a fim de incluí-los no meio político.