A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 01/06/2020

A participação do jovem na política apresentou inúmeros avanços mas ainda possui desafios a serem superados. É notável como a participação da juventude se tornou mais atuante na política nacional com o uso massivo da internet, seja pelas redes sociais ou por aplicativos de mensagens instantâneas. Apesar disso, os debates apenas em espaços virtuais são irrelevantes, são necessárias passeatas, manifestações, intervenções culturais e outros, para que haja uma maior mobilização.

A princípio, em concordância com o site dem.gov.br já encontra-se pesquisa que indica a internet como a fonte que mais influência o eleitor nas suas escolhas. Contudo em concordância com a Unesp em 2010 houveram 2,3 milhões de jovens votantes e em 2014, 1,6 milhões, apresentando uma queda da faixa etária de 16 e 17 anos.

Como resultado, constata-se que além do uso da internet, é essencial aderir outras ferramentas para inserir os jovens na política do nosso país. Em conformidade com a Socióloga Loriza Lacerda, os jovens de 16 e 17 anos, estão geralmente preocupados com o mercado de trabalho, dedicando assim a sua formação, deixando a política portanto renegada a um 2° ou 3° plano.

Diante disso, o governo deve estimular uma prática decorrente do marketing político, não sendo apenas em épocas eleitorais, com projetos, ideias e outros. Ademais, o Ministério da Educação deve incorporar nas escolas uma educação política, por meio de palestras e pesquisas, com o objetivo de que os jovens tenham então uma determinação e uma prática mais contínua de participação.