A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 16/06/2020

A décadas o Brasil vem lutando por liberdade de expressão e participação política que depois de muita luta finalmente conquistou a democratização do voto no país a partir da nova constituição de 1988, permitindo eleições diretas. Porém devido às diversas interrupções negativas decorrentes no governo, consta-se uma desmotivação gradativa de uma parcela da juventude a cerca da participação democrática nas importantes decisões do país.

Mediante aos problemas gerados nos governos, listados como: corrupção, lavagem de dinheiro, fichas sujas e diversas ocorrências levam muitos jovens a perda da credibilidade e confiança nos mandatos e acabam gerando uma juventude desmotivada a participar das decisões políticas. É possível perceber essa diminuição participativa da juventude, quando se fala em votações por parte de adolescentes de 16 e 17 anos que não é exigido voto obrigatório. Diante dessa situação pode-se perceber um desvio participativo da juventude atual.

Outro questão em pauta, é o deficit educacional perante ao oferecimento do conhecimento aos estudantes brasileiros que demostram falta de conceitos a cerca de civilização e participação social. Devido a essa falha vemos uma juventude meramente indiferente às relações governamentais e públicas no país, revelando o desinteresse social e ressaltando a necessidade de engajamento público as novas gerações.

Fica aparente, portanto, a necessidade de resolução dessas problemáticas. Sendo assim, cabe ao Ministério da educação a implementação de disciplinas socioculturais que abordem sobre a necessidade da participação social e o dever de cada cidadão mediante as decisões tomadas no país. Dessa maneira, talvez seria possível engajar a responsabilidade e compromisso da juventude mediante as decisões do país.