A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 15/06/2020

Quando o cantor e compositor Projota canta “você vai transformar o mundo ao seu redor, muleque de vila” ele dizia da importância que o jovem contemporâneo exerce na sociedade em que vive. No entanto, tal participação política tem sido menos presente na vida de adolescentes visto que dados da Empresa Brasileira de Comunicação mostrou que na faixa etária de 16 a 18 anos preferem não votar. Desse modo pode se concluir que um dos motivos da falta de participação são decorrentes pelo conformismo de jovens com a situação que vivem e pela ausência de debates.

Um dos maiores problemas do Brasil hodierno é pelo conformismo de jovens com a situação do país. Poucos são os exemplos de manifestações liderados por esses jovens, apensar disso em 2013 ocorreu a chamada jornada de julho, que no documentário O mês que abalou o país mostrou como as redes sociais são úteis para organizar manifestações. Entretanto muitos desses jovens realizam o chamado ativismo de sofá e não vai a luta efetiva nas ruas.

Outro fator para a não participação do jovem na política é pela falta de debates sob tal assunto. Nesse caso João Cabral de Melo Neto dizia que “mudam-se as lamparinas mas o querosene é o mesmo” e significa que mudam-se as gerações e os jovens permanecem excluídos politicamente por não conhecer maneiras efetivas de mudar a situação atual do país            Desse modo pode se concluir que a maneira de integrar o jovem na política deve partir das escolas que por meio de palestras, debates e eleições internas crie pessoas mais conscientes da responsabilidade na mudança do país. Além disso seria importante que o governo incentive influenciadores digitais que abordam o assunto, pois dessa forma a informação será mais acessível ao grupo mais novo da sociedade brasileira.