A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/06/2020
A alguns anos atrás, tínhamos a percepção de que estava cada vez mais difícil fazer com que os jovens se interessassem pela política no país. Entretanto é inegável que com o avanço tecnológico da internet e das redes sociais, fazendo com que os cidadãos sejam cada vez mais precocemente envolvidos com esse assunto.
Entre os anos de 1983 e 1984 ocorreram as chamadas “Diretas Já”, um movimento civil a favor de eleições diretas para presidência, com isso, a população foi as ruas para lutar por essa causa. Outro acontecimento semelhante foram as campanhas feitas em 1992, em prol do processo de impeachment do até então presidente Fernando Collor de Melo, no qual a população saiu novamente de suas casas.
Segundo um estudo feito pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o número de pessoas entre 16 e 18 anos que votam enquanto não são obrigadas vem decaindo, com isso era de se esperar que os jovens não tivessem interesse em participar de acontecimentos como os citados acima. Entretanto surpreendentemente, os jovens são a faixa etária que mais fazem campanhas políticas em redes sociais, com o Twitter por exemplo, onde eles tem a possibilidade de levar sua opinião a público mais facilmente.
Contudo, é dever dos pais e das instituições de ensino, tanto públicas quanto particulares, incentivarem cada vez mais o jovem a ter presença política no país, tanto fazendo debates sobre o assunto em sua classe, tanto participando de grêmios estudantis por exemplo, para que seu filho ou aluno tenha sua própria opinião e conhecimento sobre o assunto. Sendo assim, ele estará preparado para ter sua influência política, lutando por seus direitos, e não sendo facilmente influenciado à votar em determinado candidato.