A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/06/2020
Em 1922, os caras pintadas foi o movimento predominantemente jovial, que teve como objetivo central o Impeachment do presidente Fernando Collor. É notório que a participação dos jovens na política é algo de extrema importância, pois futuramente eles poderão votar e ser votados. Nesse contexto não ha dúvidas de que as ferramentas virtuais ou manifestações de ruas são fatores de ajuda, para que os mesmos participem ativamente das decisões públicas.
É relevante abordar, primeiramente, que como há uma evolução tecnológica fica mais fácil de debater sobre política pelas redes sociais como: Twitter, Instagram, Facebook e até mesmo o Whatsapp, pois são ferramentas, mas acessíveis ao debate para entender sobre o que está acontecendo no país. Uma pesquisa feita pelo Datafolha junto com a agência de publicidade Box entrevistou 1.200 jovens com cerca de 18 a 24 anos e observaram que 71% avaliam a internet como uma ferramenta política, os mesmos têm seu próprio ponto de vista e os defendem com base dos seus conhecimentos.
Outro fator importante são as manifestações externas nas quais os jovens estão cada vez mais presente para expor suas ideologias e princípios filosóficos diversificados com intuito de buscar renovação que mude o cenário politico degradado e sem retorno que satisfaça de modo igualitário e coletivo. Suas reivindicações sempre são motivadas por insatisfação popular, como o ocorrido nos Estados Unidos, com a morte de George Floyd, vítima de desigualdade racial.
Portanto, para que, o jovem seja presente e entenda mais sobre política, é necessário que as escolas por meio da disciplina de ciências políticas ajude-o a desenvolver cada vez mais sobre a participação e a importância do engajamento do mesmo no sistema. Além disso, o Judiciário poderia ajudar promovendo seções com o intuito de entender as manifestações para que não haja opressão social, mas que tenha liberdade e melhores condições para esses jovens futuramente.