A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/06/2020
Dos males, talvez o pior
Atualmente no Brasil, há um tema que vem sendo muito discutido que é a participação do jovem na política, que vem despencando cada vez mais mostrando a insatisfação da sociedade com o atual sistema político. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de jovens da faixa etária entre dezesseis e dezessete anos, que votou nas eleições de 2018 foi o menor desde as eleições de 2002 e apenas um em cada cinco jovens (da mesma faixa etária) tirou o título de eleitor. Com essa crise política que vivenciamos e com candidatos que, muitas vezes, não transmitem ideologias “compatíveis” com a maioria, é perceptível que os jovens tentam escapar da responsabilidade de eleger candidatos que irão comandar o seu país.
Se, no Brasil, os jovens tivessem recebido como herança um sistema com bom funcionamento e com os políticos cumprindo suas determinadas funções de forma correta e exemplar, com toda certeza haveria bem mais interesse por parte dos jovens em ter uma participação política. Porém, o sistema político não anda bem assim e como consequência há o comprometimento da evolução do país para ser mais justo, já que o jovem não participa e ele é o motor da transformação.
Portanto, a informação deveria chegar aos jovens de forma melhorada. O Ministério da Educação, sabendo da importância da participação do jovem, deveria investir em campanhas nas escolas com faixas, cartazes e palestras, o que colocaria na cabeça de cada um dos jovens o crédito que eles têm para o futuro do país.