A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 12/07/2020

Em maio de 1968 ocorreu uma sequência de protestos marcados na história como os primeiros movimentos estudantis, que levou às ruas de Paris jovens estudantes a manifestarem contra o governo, o que chegou a ordem da Quinta República Francesa. Todavia, nos tempos atuais, a falta de engajamento dos adolescentes na política é evidente por mérito à ausência de uma cultura massiva de integração do jovem às questões do estado, além do descaso do âmbito político para com a população mais nova.

A priori, ressalta-se o costume dos jovens que se resume, em grande parte, na falta de interesse em assuntos relacionados à política. Consoante ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) houve, no ano de 2018, a diminuição de 47% do número de adolescentes entre 16 e 18 anos que votam enquanto não são obrigados.

Ademais, a negligência do governo em relação à participação do jovem na política que ignora a necessidade de uma educação mais ampla que auxilie na formação de senso crítico para que haja um preparo de cidadãos mais conscientes de seus deveres políticos e sociais.

Em suma, diante da problemática apresentada, é necessário a maior participação dos adolescentes na política. Para tanto, é imprescindível que o poder político crie projetos de educação por meio de parcerias com instituições educacionais para ensinar a importância da vida política do país, além da participação como cidadão na sociedade. Desse modo, espera-se que cresça o interesse dos jovens na política e que esses assumam seu papél na democracia.