A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 21/08/2020

Segundo o renomado filósofo e matemático grego, Platão, de todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar. Seguindo, esta linha de raciocínio pode-se concluir que pelo motivo destes não se prenderem à tradições e modismos, eles estão dispostos à novidades e tendem a querer revolucionar o mundo em que vivem.

Já é quase um fato consolidado que grande parte desta geração não se enxerga em nenhum partido e não entende o suficiente de economia e política, porém, estão inconformados com o país em que vivem e anseiam por mudanças e inovações no cenário.

Segundo dados do jornal Estadão, um terço do eleitorado brasileiro se constitui de cidadãos entre 16 e 33 anos, assim, somando cerca de 45 milhões de pessoas aptas ao voto. Levando isto em consideração é claro a influência destes jovens nas eleições, fazendo-se assim muito importante não só a participação deles na hora do voto, mas também lutando pelos seus direitos e influenciando outros nas ruas e na internet. De acordo com uma pesquisa realizada pelo ISTOÉ, 63% dos jovens acreditam que o Brasil está no rumo incorreto, enquanto 59% acreditam que o país estaria melhor caso não houvessem partidos políticos e devido estes resultados, o precursor da pesquisa, Renato Meirelles, afirma que os políticos são analógicos e a juventude digital, assim, gerando esta discrepância.

Para resolver estes diversos problemas citados acima, cabe ao Ministério da Educação produzir projetos com o objetivo de politizar os jovens, fazendo isto por meio de palestras e discursos, como também, abordando assuntos como estes em aulas no ensino médio, para preparar os alunos para quando terão de votar. Uma vez que feito isso o ensino deste assunto aumentará exponencialmente, visto que, este assunto deve ser amplamente discutido em casa com os pais do indivíduo, assim a próxima geração estará pronta para este tipo de debate e para ensirar aos seus filhos.