A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 09/09/2020
Como ponto de partida devemos ter em mente o quão a participação dos jovens na política foi algo que acarretou enormes mudanças, percebe-se que grande parte destas participações foram antes da era 2000. Devido ao avanço da tecnologia a forma de expressar a revolta se tornou algo puramente tecnológico, sem gerar mudanças. É de conhecimento popular como no Brasil a política é tratada, como um assunto chato e desinteressante aos olhos da população, devido a isto os jovens dão mais enfoque a causas que estão em alta no momento, porém não procuram se aprofundar nas soluções que defendem tais causas.
Contudo podemos citar movimentos como o de 1710, que estudantes religiosos enfrentaram mais de mil soldados franceses que invadiram o Rio de Janeiro. Temos como exemplo também a ditadura em 1984, que os jovens gritaram por diretas já. Outro marco foram os caras pintadas em 1992, que protestaram contra ao governo de Fernando Collor. Em exemplos como estes podemos ver a importância que os jovens possuem na política, porém estes protestos veem perdendo para discussões que não levam a nada na internet, onde muitas vezes estes debates não possuem nem fonte de verídica.
Atualmente o jovem possui uma grande descrença em relação a política, acreditando que independentemente do que ele faça a corrupção ainda se fará presente, e não se torna algo comum corrermos por nossos direitos, pois apenas votamos, não cobramos o político após ele ser eleito. Percebe-se até em ambiente familiar o pouco conhecimento, pois é apenas passado para os familiares em quem votar, sem de fato se inteirar no assunto.
Portanto deve ocorrer incentivos, seja familiares, e principalmente em ambiente escolar, mas deve ser algo realizado em conjunto, pois os jovens que possuem esta sede por conhecimento e procura por seus direitos. Os jovens devem defender suas causas cobrando da política, como exemplo, leis para a segurança de negros em relação a agressões policiais, tais protestos devem ser voltados cobrando da política, e não apenas atitudes dos cidadãos.