A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 02/09/2020
Na década de 1980, o Brasil viu uma geração que cresceu em uma ditadura que se levantou e lutou pelo direito de participar politicamente do país por meio do voto. O movimento se chamará “Diretasjá” e embora ainda não tenha atingido seu objetivo principal na época, tornou-se um marco em nossa democracia recente. No entanto, algumas pessoas dizem que esta é uma batalha inútil da maneira como os jovens deste século aparentemente trataram o voto. A questão levantada hoje é se eles realmente não se importam com a política ou se estão restabelecendo métodos políticos. Em primeiro lugar, devemos considerar que muitos países democráticos do mundo estão extremamente insatisfeitos com sua participação eleitoral.
Principalmente no Brasil, o momento de crise em vários campos da sociedade mostra o fracasso do modelo tradicional de participação política. Segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), diminuiu o número de adolescentes de 16 a 18 anos que só votam quando são obrigados a votar, o que é apenas uma prova. No entanto, essa questão é cultural: eles são cultivados em família, e suas famílias preferem ignorar o assunto a discutir criticamente o assunto, enquanto na escola dão grande importância ao conteúdo, mas não se tornam um bom aluno. Preparativos realistas para a cidadania. " No entanto, é preciso considerar que ser sujeito politicamente ativo não se limita ao voto.
Na verdade, isso significa expressar sua voz no “estado democrático de direito”. Por exemplo, quem não vota, mas busca seus próprios direitos e os direitos dos outros por meio das redes sociais, tende a participar mais do que quem é obrigado a votar, mas não segue o projeto de lei. Nesse sentido, podemos ver um jovem que está participando ativamente, que também saem às ruas como na manifestação de 2013. Mesmo que estejam em um contexto diferente dos jovens de Diretas e Springs pelo mundo, também é Superar os desafios oferece uma nova maneira para a vida política tradicional e as barreiras de comportamento.
Portanto, percebe-se que, dessa forma, apesar de indiferentes e desinteressados pela política, os jovens do século XXI continuam utilizando as ferramentas de que dispõem para expressar suas vozes. Porém, ainda há muito trabalho a ser feito para disponibilizar essa participação e energia ao interesse nacional. É preciso promover o debate e mantê-lo fora das redes sociais e universitárias: a política é um assunto de família e deve ser tratada de forma saudável, respeitando as diferenças. Também é muito importante ensiná-lo como funciona e participar da vida política do país como cidadão nas escolas, para ter discussões, discursos e até eleições internas.