A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 04/09/2020

É importante refletir como o cidadão tem sido formado no Brasil. Já que, pouco se fala sobre seus direitos e deveres, ensina sobre a organização e função de cargos governamentais e mobiliza a favor de mudança. Ocorrência essa, que é resultado de uma cultura despolitizada que não tem fomentado o posicionamento ativo da nova geração, que apesar de demonstrar insatisfação em seus diálogos, está acomodada e conformada com tal situação. Fugindo assim, de sua natureza de animal político, defendida por Aristóteles. Em segundo plano, pode-se destacar o impacto de transformação das redes sociais. Bem como, o “Facebook” e o “Twitter” foram instrumentos de fortalecimento e disseminação de revoltas durante a Primavera Árabe, esse “world wide web tem grande impacto na contemporaneidade, pois além de ser fonte de informações, é também de grande utilidade para unir pessoas de diferentes lugares que possuem a mesma corrente de pensamento”. Embora , seja senário de movimentações , é fundamental ressaltar que a participação e posicionamento político não devem ficar presos ao mundo virtual. O apresentado, conclui-se que é imprescindível que haja um despertar do jovem na política, em que os meios de comunicação têm função de facilitar esse processo, entretanto, a responsabilidade de inseri-lo nesse meio, é dos familiares e do estado, cujo papel consiste em preservar sua natureza política. Portanto, o Ministério da Educação deve estabelecer uma disciplina obrigatória que ensine o estudante como o estado funciona e quais são seus direitos e deveres como indivíduo, para que assim o aluno passe a se posicionar contra qualquer inadequação. Deste modo, haverá a preservação da democracia e cada um terá feito parte da transformação em um Brasil melhor.