A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 06/09/2020

Em 1992, caiu o então presidente eleito do Brasil: Fernando Collor de Mello. Os jovens, conhecidos como os rostos pintados, participaram efetivamente deste momento, tomando as ruas, protestando contra este político que se revelou corrupto e incapaz de ocupar um cargo tão importante. Da mesma forma, na contemporaneidade, a participação dos jovens na política brasileira é cada vez mais evidente, pois eles insistem

em votar e opinar sobre todos os acontecimentos políticos.

Cabe pontuar, em primeiro plano, que a ausência de projetos éticos, de comprometimento com mudanças e o crescente número de escândalos e descalabros administrativos, afasta os jovens. De acordo com o Instituto Data popular, mais de 63% dos jovens acham que o Brasil não está no caminho certo, à vista disso, destaca-se a necessidade dos políticos em criarem medidas públicas atrativas, além de oferecer bons exemplos, valores e princípios éticos. Concomitantemente, a escola como agente de transformação social, deve objetivar a formação e o desenvolvimento de opiniões dos alunos, para que a juventude exerça todo vigor e força de vontade na política, visto que eles irão compor o eleitorado político no futuro. Parafraseando Gabriel o pensador, se houver mudanças no presente, incentivos e bons exemplos, automaticamente estarão moldando o futuro, o que irá acarretar impactos positivos no cenário político brasileiro.