A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 03/11/2020
“O castigo dos bons que não fazem política é serem governados pelos maus” A declaração de Platão, filósofo grego, permite refletir sobre como a participação do jovem na política representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Nesse sentido, convém analisarmos os principais aspectos positivos e negativos na atualidade.
De acordo com René Descartes, filósofo francês, a dúvida é a origem da sabedoria. Por isso, o pensamento crítico dos jovens é de extrema importância para a democracia, não só fazendo com que as pessoas criem senso crítico em relação a assuntos como: economia, racismo, feminicidio e direito dos animais, mas também aumentando a parcela da população que se interessa por política, evitando o domínio e manipulação de um pequeno grupo de interessados. Com isso, estudar e compreender os acontecimentos do governo brasileiro é necessário para o desenvolvimento nacional.
Entretanto, as notícias falsas divulgadas na internet é uma maneira muito eficiente de manipular os jovens. De tal forma, o documentário “Privacidade Hackeada” mostra como a Cambridge analytica utilizou da tecnologia para manipular grandes grupos de jovens e pessoas indecisas em relação ao voto, a empresa adquiria informações dos eleitores através das redes sociais e fazia com que elas fossem bombardeadas de informações que beneficiassem o candidato que a companhia julgasse ser o melhor. Desse modo, não só filtrar as informações, mas também entender como funciona a política é primordial para contribuir com a democracia.
Portanto, o Governo, por meio de palestras e campanhas, deve criar grupos de debates para nova geração que esteja interessada em política, fazendo com que esse grupo de pessoas tenha um ambiente seguro e saudável para o desenvolvimento de ideias. A fim de contribuir com uma situação difícil, essas medidas deverão ser executadas para que os bons não sejam castigados pelos maus que fazem política.