A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 30/11/2020
O filósofo Aristóteles enunciava que o homem é um animal político. Dessa forma, é notável como a política é essencial para a sociedade e, é imprescindível que a juventude também se interesse por esse campo, afinal, os jovens são de extrema importância para mudanças hodiernas e futuras. Entretanto, alguns desses sujeitos estão desinteressados e desesperançosos em modificações no cenário político atual.
À vista disso, pode-se mencionar que, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, em 2018, houve a menor participação de adolescentes de 16 e 17 anos desde 2002. Tal fato nada mais é do que o reflexo da descrença em transformações na política brasileira e a incompatibilidade com os candidatos.
Contudo, como dito no provérbio de Salomão: ‘‘Ninguém é responsável pelo nosso destino a não ser nós mesmos’’. Desse modo, é extremamente necessário demonstrar à mocidade o seu poder de alteração nesse setor. E, como referido por Immanuel Kant: ‘‘É no problema da educação que se assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade’’. Então, é fundamental ensinar os juvenis como o engajamento governamental causa representatividade e comutações, desde as câmaras de vereadores até o gabinete presidencial.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe ao Ministério da Educação elaborar um campanha que funcionará por meio de palestras e conversações com especialistas, a fim de divulgar a capacidade de transmutação que o compromisso com esse âmbito tem. Uma vez que, informados e com esperança de um futuro menos corrupto, poderão se interessar por essa área tão significativa.