A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 09/12/2020

A razão instrumental, concepção que atribui o progresso social a ciência e a juventude, consolidou-se no século xviii servindo para o desenvolvimento da sociedade e sua organização. Nesse contexto, destaca-se a importância dos jovens na sociedade, principalmente no que tange a política. No entanto, atesta-se objeções que impedem alcançar a razão instrumental na contemporaneidade Brasileira; tais adversidades deve-se: a boicotes sobre os jovens no âmbito politico causando cizânia social.

Primariamente, tem-se noção de que a Constituição Federal promulgada em 1985 possibilita á ampla participação dos civis referente a gêneses de leis e liberdade de expressão. Porém, nota-se estigmas que os jovens recebem, geralmente classificando-os prematuramente como encapasses de emitir opiniões relativo a sociedade. Esse exame arbitrário, desclassifica ideias por causa da idade do emissor, por seguinte limitando o escopo de atuação da juventude. Análogo a isso, a Revolução Francesa que eclodiu após ocorrer limitações e censuras de opiniões por parte do rei , acabou resultando em problemáticas na organização social; portanto percebe-se a necessidade de inclusão dos jovens na política para harmonia social.

Como consequência dessa barreira, origina-se: cizânia social, pois não havendo a plena cooperação - que engloba os juvenis e seus ideais. Deste modo, fica impraticável o cooperativismo, porque a correlação dos cidadãos e seus representantes é danificado pela falta de intersubjetividade. Essa situação relaciona-se com o conceito de ‘‘Esfera Pública’’ de Jürgen Habermas, o qual ratifica a relevância da comunicação para formação do Estado, quando constituído por toda sociedade - incluindo os jovens - torna-se legitimo e expelem conflitos, todavia não aplicado na hodierna politica brasileira, transfigura democracia em oligarquias o qual não há representação.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Comunicação, por intermédio de leis, criem convênios públicos que visam a praticabilidade do debate público entre os jovens - a fim de implementá-los na política  e expandirem seus ideias para todo tecido social. Assim, se consolidará uma sociedade mais pacífica, onde o Estado desempenha corretamente seu dever abordável com os jovens, tal como proposto por Jürgen Habermas.