A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 17/12/2020
A passeata Dos Cem Mil, que aconteceu em junho de 1968, foi uma manifestação que protestava contra a Ditadura Militar, nesse protesto estavam presentes: artistas, intelectuais e bastantes jovens. Mostrando assim, que essa juventude estava muito presente nos acontecimentos daquela época. Entretanto, a falta de credibildade, em relação aos representantes, e a insuficiente educação sobre o sistema político oferecida pelas escolas aos alunos geram um problema: a pouca participação politíca dos jovens brasileiros na contemporaneidade.
Em um olhar mais detalhado sobre o descrédito aos políticos, percebe-se que a maioria dos eleitores não confia nos seus representantes. Já que, uma pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi verificou que 85% dos eleitores consideram que a política só beneficia aos próprios políticos. Com isso, os jovens se interessem menos pelo estudo dessa ciência. Fato esse, evidenciado pelo TSE que divulgou que dos adolecentes com 16 ou 18 anos apenas 21,6% tiraram o título de eleitor nas eleições de 2018
Em outro olhar, o fato das escolas brasileiras não ensinarem uma matéria específica sobre: os Três Poderes, democracia e cidadânia faz com que os jovens fiquem com apenas um breve conhecimento sobre a política brasileira. O que gera nesses jovens, o desisteresse sobre o tema. Evidenciando assim, a nescessidade da politização nas escolas.
Por fim, diante de tudo que foi discorrido acima, faz-se nescessário que o MEC crie uma matéria específica sobre política e cidadania, e que por meio de professores capacitados seja lesionado sobre o tema em todas as escolas brasileiras aos alunos. A fim de que, os jovens dêem mais importância à política, cresçam mais politizados e cientes dos seus direitos e deveres. E assim, consequentemente, serão eleitos políticos mais sérios e mais comprometidos com o povo e com o desenvolvimento do país.