A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 22/02/2021
Machado de Assis em sua fase realista, terceu críticas ao comportamento superficial e egoístas da nação brasileira. Nesse sentido não longe da ficção pode-se observa traços desse comportamento no desafios para a participação dos jovens nas discussões políticas na sociedade brasileira, por falta de estimular o interesse através da educação, e pelo descaso dos políticos de se empenharem para tirar a visão que a política é estática. Em primeiro lugar, cabe pontuar que as instituições de ensino não introduz a política de forma clara. Em sua grande maioria a discussão política e vista em um contexto muito amplo, nas aulas de geografia, historia, sociologia e filosofia. Que muita das vezes e vista em um contexto global,e não muito especifico do seu cotidiano. Afastando os jovens do interrese da política, por fazerem eles acharem que é algo sem o controle deles, segundo a sociologa Luísa Lacerda, acredita que hoje a política não é um campo de prestígio por maioria da população acha que ela é só para quem se beneficia diretamente como candidatos, e por isso cada vez mais os jovens ss afasta, pois esses tem preocupação pontuadas como mais importantes. Assim faz a política ser deixada pelos jovens. Os jovens são atraídos pela mudança, eles gostam de coisas novas e de revoluções como pode se ver ao longo dos anos. Como o golpe de 64, Diretas Já, Fora Collor entre muitos outros. Os jovens gostam de fazer parte e de revolucionar. Mas os políticos cada vez mais faz com que a política pareça estática, sem mudança, sempre a mesma coisa. Só mostrando a política nas eleições. Querendo o voto e não a participação. O que faz com que cada vez mais os jovens se distância desse meio. E isso vem sendo refletido nos números de votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral o número de jovens que votaram em 2010 foi de 2,3 milhões e em 2014 foi de apenas 1,6 milhão uma redução de aproximadamente 69,5 por cento. Mediante aos pontos apresentados percebe-se a necessidade de intervenção na forma como o jovem vem enxergando a política, faz necessário uma intervenção do ministério da Educação juntamente com o Justiça Eleitoral, para atrair mais jovenspara votarem e para cobrar mais dos políticos sobre a forma de política. Com os alunos do nono ano e do ensino médio poderiam realizar palestras nas escolas, mostrando o que é política, como é feita, como poder cobrar, o que pode ser feito e o que a falta dela causa, para os alunos do ensino médio poderia ser implementada uma aula por semana sobre tudo que envolve a política, como saúde pública, apoio do governo, segurança, como se deve governar. Para assim eles poderem exigir mudanças e se sentirem parte da mudança, para entender como a politica funciona e não votarem simplesmente por votar. Para os candidatos eles poderiam aparecer mais vezes mostrando seu trabalho e incentivar a população a participar de forma efetiva.