A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 14/02/2021

Desmazelo populacional. Descasso Estatal. Desgovernabilidade. A participação política da população jovem, atualmente, tem-se mostrado menos envolvida no Brasil. Nesse sentido, tal situação aprensenta-se um empecilho a consolidação democrática cooperativa entre o cidadão. Dessa forma, a fim de buscar medidas contra esse desafio, convém analisarmos suas principais causas, consequências e possível medida.

Frente a esse panaroma, é imperativo pontuar a negligência Estatal em aderir a população junveil perante a uma participação ativa politicamente. Tal fato pode acarretar um descaso sociopolítico e, com isso, fragilizar a universalização do estado de democracia do país, esta, discutida em “Cidadanias Mutiladas” pelo geográfo brasileiro Milton Santos, que, por sua vez, afirma que determinado cenário retrocede e debilita a condição democrática de um país - em que há participação inclusive na tomada de decisões políticas - . Desse modo, é inadmissível que em um país signatário da declaração dos direitos humanos, o Estado não zele a garantia de cidadania dos indivíduos.

Diante desse contexto, é oportuno ressaltar que não cabe de forma individual ao Estado adotar tais práticas que gerem a participação do indivíduo, dever da população a efetivação - nesse viés, da população juvenil -  e de agir ativamente na política que acarrete a mudança. Segundos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a faixa de jovens que compõe o Brasil, abrange cerca de 40% da população brasileira, ou seja, representa um número relativamente alto que em conjunto se apresenta politicamente forte no campo político e, por ventura o adentramento no meio político de forma ativa, gera maior garantia e efetivação na participação de decisões público sociais. Em vista disso, é imprescindível a ação da parte juvenil em introduzir-se nessa área e exercer-se na garantia de cidadão seu papel social.

Portanto, para que a participação política dos jovens no Brasil seja por fim uma realidade, cabe ao Estado em conjunto com a sociedade, adotar políticas públicas de cunho político social, por meio de palestras e peças tetrais que abordem acerca da importância da presença jovem no campo político e nas deliberações de cunho econômico, social e do desenvolvimento de forma geral do país, com o objetivo de que estes indivíduos se mostrem presentes e se sintam inseridos no campo estadista do país. Com isso, espera-se um passo adiante a construção de um país cada vez mais unido e cooperativo entre os adolescente no ramo público do Brasil.