A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 02/03/2021
Segundo Jordan Peterson, psicólogo e autor do livro: Doze regras para a vida-um antídoto para o caos, é preciso manter sua casa em ordem antes de criticar o mundo. Certemente, o jovem é o cidadão do futuro, no entanto será que estão aptos a tomar as decisões acerca do futuro? Vale destacar que, os adolescentes estão cada vez menos responsáveis, não conhecem de política, apenas opinam sem conhecer.
De acordo com Aldous Hurley, autor do livro Admirável Mundo Novo, a sociedade contemporânea seria formada por pessoas atordoadas por entreternimento bobo, privadas de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com sua sina. Em princípio, a sociedade atual, é composta por indivíduos que vão para a faculdade, geralmente jovens, opinam sobre assuntos que não conhecem, mas que são baseados apenas no senso comum, sem nenhum fundamento.
Além disso, desde os 16 anos a moça ou o rapaz ja pode se envolver com a política, votando no candidado de sua escolha, mesmo não sendo responsáveis por seus atos até os 18 anos. Logo, como é possível decidir sobre o futuro de uma nação, na escolha de um presidente, todavia, não por seus atos? Ademais, falta ao jovem á busca por conhecimento, por leitura, sendo necessário pensar fora da caixa.
Por fim, com o propósito do jovem estar apto a se envolver com a política, é necessário que as autoridades educacionais incentivem á busca por conhecimento, por meio do encorajamento a leitura, em que, é possível mostrar os dois lados de um determinado viés e não apenas um. Pois, segundo Albert Einsttein, as pessoas podem tirar tudo de você, menos o conhecimento.