A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 21/04/2021
O exercício do direito político do cidadão é primordial para progressos na estrutura social de um Estado Nacional. Diante disso, a participação política de jovens é imprenscíndivel para a realização de tal feito, seja pela perspectiva promissora de realidade seja pela visão de mundo mais tolerante. Outrora, apesar da juventude exercer um papel fundamental na organização social, o declíneo do engajamento político na contemporâneidade tem apresentado uma falha na orientação cidadã e na efetividade da cidadania. Tal impasse pode ser observado devido a crença da incapacidade juvenil e o crencente conformismo diante da desinformação.
De início, vale salientar que a falta de incentivos na aprendizagem da ciência política destinada a população mais nova demonstra a crença de incapacidade presente no pensamento majoritário atual. Assim, tendo como base a obra de Thomas Hobbes, O leviatã, os homens deveriam abdicar de sua liberdade em favor do governante, pois não têm capacidade de manter a paz. Análogo a situação política dos jovens brasieiros, o exercício dos direitos e deveres políticos são afetados devido a sensação de incompetência no engajamento de obras sociais e entendimento dos processos envolvendo a estruturação política do país, repassando, dessa forma, a função para cidadãos mais experientes e detentores de maior instrução intelectual.
Ademais, motivada pela passividade juvenil nas relações poíticas, o conformismo frente a desinformação se estabelece de maneira intrínseca a sociedade. Na música Terra de gigantes, a juventude é reduzida ao papel midiático de uma propaganda de refrigerantes, o que refete a tendência social de minimizar os jovens a uma massa de cidadãos passivos à acontecimentos políticos e que, na prática, esses são destinados ao entertenimento e associados a comportamentos banais. Tal percepção se materializa mediante a associação de incapacidade juvenil propagada no meio social. Tais fatores apresentam fatos sociais que tornam participação política dos jovens diminuta.
Em síntese, o Ministério da educação, responsável pela formação cidadã, deve promover projetos de desenvolvimento político entre a população jovem brasileira por meio de lutas engajadas em problemas sociais, que possibilitem o contato com as mais variadas formas de participação política e ainda o desenvolvimento de oficinas de estudos acerca da estrutura política, essa que é bastante complexa e um dos maiores embates na compreensão dos acontecimentos contemporâneos, do país em prol de efetivar a participação dos novos cidadãos no meio político.