A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 16/09/2021
No filme norte-americano “Cinderela”, de 2021, Gwen é uma jovem princesa muito interessada em politica e com grandes ideias. Nesse contexto, ela consegue provar sua capacidade e se torna rainha, ainda que com pouca idade. Paralelo ao filme, no Brasil contemporâneo é notável o desinteresse dos jovens pela participação na vida política. Logo, um debate acerca da problemática deve ser realizado.
Nessa perspectiva, agir politicamente é, sem dúvidas, a forma mais poderosa de mudar e desenvolver uma nação, esteja ela em crise ou não. E isso, de acordo com o filósofo grego Aristóteles, em sua obra “Política”, acontece quando os cidadãos pensam, debatem e agem para efetivar um bem que alcance a todos. No entanto, os jovens brasileiros não são ativos na política, e sua ausência impede, parcialmente, o desenvolvimento do país, posto que não tratam ideias inovadoras para resolver questões sociais.
Dito isso, cabe destacar que um dos fatores da inatividade desse grupo no campo político é a falta de estimulos no que concerne o pensamento crítico. De acordo com Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro, “é preciso cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência”. Desse modo, percebe-se que o incentivo escasso aos jovens de analisar e criticar algo torna o raciocínio desse grupo dormente, sendo assim, incapaz e desinteressado em ter atitudes que dizem respeito à política. Portanto, a mudança desse quadro torna-se imperiosa.
O Ministério de Educação deve, através da modificação em seus métodos de ensino e disciplinas aplicadas nas Instituições Educacionais, abordar e ensinar aos jovens o pensamento crítico e analítico, no intuito de estimular o aluno a enxergar e ter atitudes sobre a política. Essa ação deve ser aplicada, preferencialmente, em todo o ensino médio, exataltando o direito de expressão, o respeito ao próximo e aos direitos humanos. Somente assim o jovem brasileiro conseguirá ser ativo no campo das políticas e ser fraterno.