A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 22/12/2021

Em maio de 1968, estudantes franceses protestavam bravamente devido aos inapropriados metódos de estudo e  péssimas condições do mercado de trabalho, perseverando até mesmo contra as autoridades da época. No entanto, na contemporainedade, os jovens se mostram inexpressivos e negligentes quanto a participação política no Brasil. Assim, acarretando vários problemas para a população, como a radicalização, absenção e alienação política.

Em primeiro plano, evidencia-se o demérito dos políticos, fator que reflete na baixa participação popular dos jovens, influenciando a população a não dar importância aos votos, o que gera uma visão derrotista, como se não houvesse esperença de melhora para a atual situação do país. Segundo o advogado e nacionalista indiano Mahatma Gandhi, “temos de nos tornar a mudança que queremos ver”. Porém, há uma clara discrepância entre a fala do líder asiático e o comportameno da juventude brasileira, sendo a falta de atitude uma grande ameaça, pois pode promover um futuro regresso ou estagnação da nação.

Consequentemente, tais adversidades favorecem representantes com com boa eloquência e discurssos apelativos, tornando muito mais fácil a manipulação e alienação da juventude. De acordo com o filósofo e sociólogo alemão Theodor Adorno, o homem é tão manipulável que até o momento de lazer se torna extensão do seu trabalho. Assim como, na nação brasiliense, a situação é parecida, na qual ideologias, de forma opressora, são espalhadas no dia a dia com o uso das redes sociais.

Dessarte, medidas são necessárias para que a problemática da participação política do jovem no Brasil melhore. Como forma de garantir isso, o Ministério da Educação, em parceria com influenciadores digitais, como o professor de filosofia Paulo Cruz, deve promover programas de participação política nas escolas e faculdades com o intuito de conscientizar os jovens, de modo que seja imparcial e bem-humorado.