A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 21/05/2022
Na obra literária “Eu sou Malala”, é retratada a jornada de uma jovem ativista para garantir às mulheres paquistanesas, o direito à educação. Com essa abordagem, é notória a grande importância que os jovens exercem sobre a sociedade.Entretanto, estima-se que mais de 40 milhões de pessoas, não se envolvem com o regime no Brasil. Desta forma, é de suma relevância questionar-se sobre os males relativos á escassa participação (juvenil) na tomada de decisões, dentre os quais podemos citar: a ineficaz abordagem política ao público e a desilusão a condição administrativa brasileira.
Primordialmente, a falta de um conteúdo midiático atrativo e voltado ao desenvolvimento do pensamento crítico na formação educacional, impossibilita que os jovens manifestem interesse em relação à política. Tal temática, encontra-se principalmente, em meios de comunicação não comuns a esse público, como, por exemplo, os telejornais. Além disso, a linguagem massiva e técnica utilizada pela mídia, não cativa a atenção dos jovens, assim como, não permite que nas escolas, através da dialética, formem suas próprias ideologias.
Por consequência, essa faixa etária acaba negligenciando sua influência social ao grupo para o qual, as propagandas eleitorais e discursos políticos são majoritariamente direcionados, os adultos. Para entender tal pauta, é justo relembrar a frase do filósofo Fernando Scheuermann,“O voto não é apenas o exercício da cidadania e democracia. O voto é o exercício de um poder.” Sob essa ótica, é possível concluir que o poder juvenil nas decisões sociais é desviado e logo, manifesta-se através do seu desapontamento á possibilidade de melhorias ou avanços no país.
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