A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 24/07/2022

Na Antiga Grécia, berço da democracia, o voto era restrito apenas para uma parcela da população, sendo um exemplo homens maiores de 21 anos. No entanto, na contemporaneidade, o exercício do voto no Brasil expandiu-se para maiores de 16 anos também, contudo a juventude precisa se estabelecer para manter sua voz ativa e demonstrar sua importância para o cenário político. Dessa maneira, faz-se necessário ações governamentais para mitigar impasse.

Nesse contexto, é primordial destacar que segundo o filósofo chinês Confúcio, não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros. Nessa perspectiva a inclusão da participação do jovem é de extrema importância para que contexto político mude, assim como ocorreu nos anos 70 com “Diretas Já”. Todavia, o jovem ainda é discriminado pela sociedade uma vez que ele possui pouca experiência, logo sua importância é ignorada pelos seus governantes.

Ademais, vale ressaltar que assim como no livro “Vermelho, branco e sangue azul” a influência de um jovem engajado politicamente atrai e estimula muitos outros jovens a fazerem a diferença em sua sociedade. Fora da ficção, pode-se destacar a ativista Greta Thunberg , que por diversas vezes em manifestações chamou atenção de pessoas não apenas de sua faixa etária, mas também de adultos para demonstrar a devida importância ao seu ato político e conseguir melhorias para o mundo.

Dado o exposto, é necessário que medidas sejam tomadas para a resolução da problematica. Portanto, o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, deve ampliar seu currículo escolar para aulas políticas, no intuito de valorizar e educar os jovens para efetiva participação, com auxilio de profissionais da educação de modo democrático e eficaz. Sendo assim, o voto será apenas mais um dos direitos garantidos na democracia atual.