A permanência de trabalhos análogos à escravidão no Brasil

Enviada em 19/09/2024

De acordo com maquiavel, “Não há nada mais difícil ou perigoso do que tomar a frente na introdução de uma mudança.” Paralelamente o Brasil contemporâneo encontra conotações semelhantes às que o filósofo descreveu no que se refere a permanência de trabalhos análogos à escravidão no Brasil, visto a dificuldade em transformar essa realidade social. Nessa pespectiva é possível analisar a individualidade da sociedade atual diante do problema enfrentado e a baixa fiscalização dos órgãos responsáveis.

De início a individualidade da sociedade atual mostra-se como um dos desafios enfrentados para a resolução da permanência de trabalhos análogos à escravidão no país. Na obra " Modernidade líquida", Zygmunt Bauman defende que a sociedade de hoje é fortemente influenciada pelo individualismo. Seguindo neste mesmo raciocínio a sociedade enxerga tal problema como algo resolvido à decadas, mas que na verdade continua acontecendo, porém como este problema não está inserido em seu cotidiano, costumam não outogar tanta importância para um problema tão critico como este.

Sob este prisma é factível que sucede um individualismo em relação á sociedade, mas também acontece uma falha por parte das autoridades com a baixa fiscalização, onde se vê inúmeros casos sendo reportados em canais de comunicação de cidadãos vivendo há anos em situações deploráveis análogas à escravidão, sem remuneração e quando é verificado nunca houve nenhum tipo de dununcia ou investigação referente a tais condições.

Portanto, fica evidente a necessidade de intervenção sob a permanência de trabalhos análogos à escravidão no Brasil , por meio de intermédio do ministério do trabalho e dos direitos humanos com a melhoria na fiscalização parta combater o que vem acontecendo há anos , tal como o estabelecimento de leis mais rígidas e proferir a conscientização mediante a sociedade de que o problema ainda não acabou e seguimos a luta com a finalidade de erradicar o problema.