A permanência do racismo no esporte brasileiro

Enviada em 22/03/2024

A revolução francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construidos na contemporaneidade,tais quais a liberdade e igualdade.No entanto,a questão da permanência do racismo no esporte brasileiro é incongruente com esses princípios históricos,em virtude de erros de entes públicos e coletivos.Assim,urge a análise precisa do imbróglio, á luz de questões normativas e educacionais.

Sob esses viés,cabe ressaltar,em primeiro plano,que o problema acontece por falhas governamentais.Dentre desse aspecto,o filósofo plantão afirma que a polícia é a esfera para realização do bem comum-o que não é levado a sério pelos estadistas.Isso ocorre porque há falta de políticos públicos Por não falar o suficiente contra o preconceito racial dentro do esporte.Posto isso,a interferência de ofensas raciais afeta diretamente o rendimento dos atletas.

Outrossim, é imperioso destacar,em segundo plano ,que as lacunas escolares também são um motivo da óbice.Como não há educação de qualidade para preparar o jovem a punições mas rígidas,programa de educação desde as categorias de base e políticas afirmativas envolvendo clubes.A adversidade persiste em conseguências como ofensas verbais, atitudes depreciativas como ativar bananas para dentro do campo na direção de jogadores da raça negra.Logo,deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” para mudança do quadro retratado.

Fica evidente, portanto,que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado.Para isso,os interlocutores da informação,como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e concientizar a população,devem promover a relevância sobre a questão de respeito pelos direitos humanos por meio de debates com especialistas a área.Isso como finalidade da alta de casos de racismo que foi de 106% em 2020.