A permanência do racismo no esporte brasileiro

Enviada em 27/03/2024

Segundo a declaração Universal dos direitos Humanos, os indivíduos são iguais em dignidade e direitos. No entanto, tal premissa não é verificada na realidade brasileira, uma vez que a sociedade negligência a permanência do racismo no esporte brasileiro. Com isso, emerge um problema sério, em virtude da insuficiência legislativa e da ineficiência governamental.

Os jogadores se sentem incomodados por sofrer esse preconceito durante e fora dos jogos e acabam atrapalhando sua performance no jogo, o que é extremamente prejudicial para os atletas cumprirem seu devido trabalho. Não só na questão do trabalho, mas também na vida pessoal, o que faz ser difícil continuar com uma boa mentalidade recebendo ofensas e racismo, apenas por ter a cor de pele negra, se sentindo inferior aos demais e sendo humilhado. Sendo assim, começam a ter desânimo e falta de vontade para continuar jogando com motivação.

O racismo durante o esporte, vem normalmente da torcida adversária. Eles ficam revoltados com as habilidades dos jogadores adversário e não aceitam que eles possuem habilidades e que se destacam nas partidas, apenas por ser uma pessoa de cor de pele negra. Cometem racismo para tentar ofender e menosprezar, porém, não acontece nenhuma punição com esses torcedores e, por isso, continuam humilhando e cometendo esse crime em troca de nada, apenas para se exibir e se sentirem superior a esses demais jogadores.

Entretanto, esses torcedores deveriam receber punição severas e tomar prejuízos. Um deles seriam nunca mais poder frequentar estádio e ser preso, já que a Lei N° 7.716 define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. O próprio clube deveria tomar prejuízo do organizador do campeonato e ter perda de pontos, e até mesmo ser proibido de receber torcida na sua própria casa.