A permanência do racismo no esporte brasileiro
Enviada em 13/04/2024
Racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre pessoas e povos. Ele não é uma exclusividade da sociedade brasileira, mas do mundo todo. Essa chaga social fica mais evidente quando acontece alguma modalidade esportiva, por exemplo, o futebolista brasileiro Vinícius Júnior é vítima constante dessa prática. No esporte, como fonte de formação das próximas gerações da sociedade, isso é inadmissível. Portanto, medidas sociais e governamentais devem ser tomadas para a erradicação desse mal.
Como o futebol é o esporte mais popular e praticado no Brasil, a permanência do racismo fica mais evidenciada. Segundo matéria publicada no site observatorioracialdofutebol.com.br, há uma demonstração gráfica que mostra que a prática do racismo não é uma exclusividade das torcidas, jogadores e treinadores também estão envolvidos em muitas das vezes. Por isso, há a extrema urgência de ações dos Tribunais de Justiça Desportiva aplicarem com rigor as sansões administrativas.
Ofensas racistas não partem somente dos adversários, em muitas ocasiões o fogo é amigo. Conforme matéria do Globo Esporte, em uma partida válida pelo campeonato brasileiro de 2015, o meio-campista são paulino Michel Bastos, sofreu insultos racistas pela torcida do próprio clube. Isso demonstra a necessidade de leis mais severas para punir quem comete.
Torna-se evidente, portanto, que a solução viável para o enfrentamento desse problema viria por meio do estado, criando leis mais pesadas para punir esse crime sem a possibilidade de penas alternativas. Nas escolas, desde o primário, incluir matérias sobre diversidade, assim, a base das próximas gerações crescerá sem esse preconceito. Também seriam utilizados espaços em todas as plataformas de comunicação para campanhas governamentais sobre o racismo. Agindo desta forma, aos poucos, esse pensamento retrógrado será vencido.