A permanência do racismo no esporte brasileiro

Enviada em 12/05/2024

O Brasil, conhecido mundialmente por sua paixão pelo esporte, enfrenta um desafio persistente e preocupante, a permanência do racismo nos ambientes esportivos. Apesar dos avanços e das conquistas de atletas negros, o racismo ainda é uma realidade presente nos estádios, quadras e campos do país. Muitos jogadores brasileiros que jogam fora do país sofrem preconceito, contantemente, em times estrangeiros em decorrência da coloração da pele.

Diversos jogadores de futebol passaram por racismo em estádios de futebol, em 2020 Neymar vivenciou a situação, o atacante do Paris Saint-Germain disse ter sido chamado de macaco por Álvaro González, do Olympique de Marselha, no Campeonato Francês. Portanto, o preconceito racial ainda afeta o esporte Brasileiro.

O racismo não acontece somente no futebol, também acontece em outros esportes. A jogadora de vôlei Dani Suco passou por uma situação como essa, no jogo realizado no ginásio do Círculo Militar do Paraná, em Curitiba, Dani foi a primeira a procurar a arbitragem para dizer que escutou sons de macaco vindos das arquibancada. Com isso, muitos atletas são afetados com o racismo no espote.

Diante da persistência do racismo no esporte brasileiro, é imperativo reconhecer a urgência de ações concretas e coletivas para promover a igualdade e a inclusão. Podemos evitar com implementar políticas e regulamentos claros contra o racismo em todas as instituigões esportivas, com consequências rigorosas para os infratores ou incentivar a representatividade de atletas e treinadores negros em posições de destaque para parar com o racismo nos esportes.