A permanência do racismo no esporte brasileiro
Enviada em 12/05/2024
O racismo no esporte brasileiro segue sendo uma pauta muito complexa ainda nos dias de hoje, tendo inicio no ano de 1917 com a “Lei do Amadorismo” e com a “Proibição Velada dos Negros” que foi publicada no Diario Oficial do Rio de Janeiro. Os primeiros clubes eram compostos por brasileiros brancos e de alta sociedade, nessa época apenas quatro décadas haviam passado após a abolição da escravidão, a discriminalização racial ainda estava profundamente enraizada na sociadade brasileira.Apartir da classe operária, formada por trabalhadores das indústrias que o futebol começou a se democratizar. Alguns diretores dessas fábricas investiam recursos que pudessem ingressar no mundo do esporte e recebessem benefícios por isso. Os Primeiros jogadores negros a se destacar foram Miguel do Carmo da Ponte Preta e Francisco Carregal do Bangu, como surgiu em uma fábrica esses clubes não constituíam restrições raciais como os clubes etilistas. Para ajudar a resolver esse problema as propostas são destinadas aos atletas, como: a criação de debates e manifestações sobre racismo no dia-a-dia do trabalho, fazer assistência psicológica e programa de saude mental para atletas, com a mobilização de embaixadores e porta-vozes para o combate aos discursos de odio.