A permanência do racismo no esporte brasileiro

Enviada em 01/07/2024

Em 2020 foi registrado 31 casos de racismo no futebol brasileiro e em 2021 foi registrado 64 casos, segundo dados da Ge Globo. Diante disso, percebe-se que ainda há racismo no esporte brasileiro. Nesse prisma, destacam dois aspectos importantes: o racismo estrutural e seus impactos na carreira da vítima.

Em primeiro plano, destaca-se o racismo estrutural. Consoante a isso, a mentalidade da população brasileira está atrasado em séculos atrás, na qual as pessoas de cor de pele diferentes eram julgadas como raça inferior, apenas pela cor da pele, como no periodo de escravidão, que graça a princesa Isabel, foi assinada a lei Áurea, a qual aboliu a escravidão no Brasil. Diante disso, conclui-se que o preconceito com a cor da pele é um estigma do passado que permaneceu até os tempos atuais.

Além disso, é notório o impacto do racismo na carreira das vítimas. Desse modo, o racismo pode limitar a carreira de um jogador talentoso, com jogadas sendo negadas com base na cor da pele, o qual é injusto. Também, pode gerar consequência na saúde mental das vítimas , como falta de autoestima, aumento na ansiedade e na depressão, segundo o mais futebol, isso é ruim, pois dependedo do grau que afeta a saúde mental, pode gerar ao suícidio. Dessa forma, nota-se que o racismo pode ser prejudicial na carreira dos jogadores que sofrem do racismo.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham diminuir a permanência do racismo nos esportes do Brasil. Por conseguinte, cabe ao Superior tribunal de justiça desportiva (STJD) punir de forma rigorosa, como multas altas e mais de 10 anos de prisão, por meio de leis, a fim de acabar com o racismo nos esportes brasileiros. Somente assim, os casos de racismo nos esportes podem acabar.