A permanência do racismo no esporte brasileiro
Enviada em 12/08/2024
Durante uma partida da Copa do Brasil em 2014, o goleiro do Santos “Aranha” foi alvo de ofensas e gestos racistas dos torcedores adversário. Logo, trazendo para o contexto atual, é notório perceber que essa problemática é recorrente de décadas e afeta diretamente os direitos e valores éticos da população negra, a qual é inferiorizada e desrespeitada, pelas pessoas que praticam esses atos descriminatório, sendo gerado principalmente pela violação de leis e as omições das confederações sobre os casos ocorrido.
A Constituição Federal de 1988 tem como dever garantir igualdade e respeito á todos independente de cor, raça ou classe social. Porém, tirando do papel percebe-se que milhares de atletas acabam tendo seus direitos violados, uma vez que são insultados ou desprezados por torcedores, jogadores ou tecnicos em relação a sua cor, assim podendo causar diversos impactos negativos as vitimas como a depressão, ansiedade e entre outros problemas de saúde mental.
Outro fator crítico para o agravamento desse preconceito é a fraqueza das Confederações e Comitês esportivos em penalizar os clubes ou torcedores que realizam atos raciais. Da mesma forma como ocorre com o jogador de futebol Vinícius Junior, o qual é perseguido racialmente por fãs esportivos e próprios jogadores em campo, e mesmo assim a “Federação Espanhola de Futebol” não mostra nenhuma atitude que seja contra esse repúdio ao jogador brasileiro.
Desta forma, mesmo com o surgimento de leis o racismo é muito frequente no cenário do esporte, devido principalmente pela maneira ineficaz que é tratada pelas associações esportivas. Logo, os governos de diversos países deviam se unir por meios de reuniões que analisa-se estrátegias que combate-se esse estigma social tanto no setor esportivo quanto fora, por meios de palestras em escolas e propagandas que mostre os impactos do racismo na sociedade, além de aprimoriar as penalidade e punições nos estádios a quem o pratica, com a finalidade de acabar com o preconceito aos atletas. Assim, evitando acontecimentos semelhantes do goleiro “Aranha”