A permanência do racismo no esporte brasileiro
Enviada em 14/01/2025
O racismo nas quadras
Em 2021, o conhecido jogador Vini JR, repercurtiu na web com a frase " Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho nos olhos, haverá guerra." Usada em um momento de revolta, Vinicius retratou a realidade vivida por diversos atletas brasileiros. Diante desse cenário, devemos observar os desafios e consequências vivenciados por nossos atletas afro-brasileiros, que devem ser enfrentados rapidamente para diminuirmos as drásticas sequelas em nossos jogadores .
Em primeira análise, destacamos a presença da discriminação racial nos esportes originadas principalmente em combates contra países historicamente racistas como a Argentina , Estados Únidos e etc. Um dos principais desafios é o racismo enraizado nas sociedade que ainda são levados aos jogos. Nesse sentido, não seguindo o Art 1° dos direitos humanos que afirma que todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, artigo que infelizmente não é praticado nos esportes.
Consequentemente, a alta taxa de racismo que os atletas sofrem ocasionam a desistência dos próprios sonhos de diversos jogadores, além de causarem problemas psíquicos como depressão, ansiedade, estresse pós traumático em nossos esportistas afro-brasileiros. Na música Corra compositor o Djonga diz no trecho “Amor, esse é o sangue da nossa gente”, a obra retrata os danos á saúde de pessoas negras causadas pela indiferença racial, deixando-nos visível que devemos enfentar o racismo nos esportes.
Diante disso, podemos observar que o ministério do esporte é um dos responsáveis pelo racismo que prevalece nos esportes nacionais e internacionais, um problema que deve ser tratado com urgência. Portanto, para vencermos esses desafios, é necessário que o ministério do esporte crie novas regras proibindo comentários e posturas racistas nas quadras, sendo de jogadores ou torcedores. Para assim, vivermos em uma sociedade com atletas saudáveis, sem vivenciar com descriminações raciais nos esportes, e com a sociedade mais próxima de seguir completamente os direitos humanos.