A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 27/08/2019

A expressão “jeitinho brasileiro” refere-se a forma de resolver os problemas, usada pela maioria da sociedade. Nessas condições, essa prática pode ser saudável em alguns casos; porém, na maioria das vezes, não tem benefícios; prova disso é a situação da nação. Portanto, cabe a nós saber o surgimento e a razão da persistência desse ato nos dias atuais.

Em primeiro plano, segundo a história, dentre as inúmeras teorias de surgimento, essa fama tem origem em 1946 quando o médico húngaro Peter Kellemen veio morar no Brasil e fez isso falsificando os documentos. Nessa toada, o exemplo bem sucedido faz com que os indivíduos tentem o caminho mais fácil para resolução da problemática. Porém, as consequências não são das melhores, uma vez que foge às leis da casa.

Ademais, é comum vermos situação na qual uma amizade, por exemplo, burla o respeito para com o próprio povo. À guisa desse exemplo temos as corrupções irreparáveis como nas filas dos bancos, onde uma pessoa pega a vez do outro  por influência de um conhecido. Por essa vereda, esses atos simples vão se tornando cada vez mais compreensíveis para os praticantes, até a execução de crimes de grande repercussão. Em vista disso, por que a insistência nisso?

Diante disso, a constância desses atos é fruto da falta de educação ética das pessoas. Portanto, para resolver isso, cabe ao ministério da educação investir diretamente no sistema de ensino fundamental e médio, para uma grade curricular constituída de projetos sociólogos, como gincanas e porta-porta em locais sem acesso, a fim de atingir incisivamente a construção dum ser consciente. Cabe à mídia, trabalhar com comerciais em TV aberta, onde os adultos têm mais acesso, que mostrem exemplos como o da corrupção política com dinheiro público, com o objetivo de motivar uma reflexão dos seus atos.