A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 28/08/2019

A declaração universal dos direitos humanos, de 1948, defente a manutenção do respeito e cumprimento das leis. No entanto, no atual cenário brasileiro, observa-se justamente o contrário, quanto a questão da persistência do “jeitinho” em nossa sociedade. Nesse sentido, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude de uma legíslação branda que gera nas pessoas um sentimento de impunidade.

Mormente, é importante destacar que com revolução industrial, o Brasil passou a exportar a longa escala produtos industrializados. Com isso, as pessoas do campo passaram a realizar diariamente um trageto que na geografia é conhecido como movimento pendular. Dessa forma, as cidades ficaram cada vez mais cheias e intensificou-se cada vez mais a desigualdade social, pois, as pessoas que saiam do campo para as cidades tinham que lidar com salários baixos, péssima qualidade de vida e restando as mesmas, ficarem as margem da sociedade.

Além disso, o Brasil apresenta uma constituição recente que por anos serviu para os interesses individuais dos colonizadores e seus descentes mais abastados econômicamente. Segundo Aristóteles “a justiça quando não atinge a maioria se torna uma injustiça natauralizada”. Dessa forma, atos como “filar” na prova, “furarar” a fila ou pegar um dinheiro que não nos pertence ficou cada vez mais natural e que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica (IBGE), 1 a cada 5 pessoas já presenciaram cenas de descumprimento das leis nacional.

Destarte, indiscutivelmente ações devem ser providenciadas para mudar tal cenário. Assim, o governo deve criar um estatuto próprio de combate ao jeitinho brasileiro, por meio de uma ampla divulgação midiática e em consonância com os poderes do judiciário, legislativo e execultivo. Para isso, o estatuto será gerido com normas de fiscalização e, as pessoas que desrespeitarem as regras terão que fazer atividades sociais, tais como, projetos televisivos e academicos para maior sanidade acerca do delíto.