A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.
Enviada em 10/09/2019
No período da segunda guerra mundial, foi criada pelos Estados Unidos a politica da boa vizinhança, onde Wall Disney foi enviado para a América do sul, para representar de forma artística os países latinos. O Brasil foi representado pelo “Zé Carioca”, o típico malandro brasileiro. Que está sempre escapando do problema com seu jeitinho característico.
Longe das telas de cinema a realidade não é diferente. O hábito virou rotina em parte da população brasileira. Que ingressa de forma indevida dentro de escolas, levando o aluno a colar em provas e até furar fila na hora do lanche. Tal gesto acaba sendo espelhando dentro do nosso congresso nacional, por compra de votos e “favores políticos” .
Por mais simples que se mostrem esses gestos de corrupção, podem transformar completamente o caráter de uma pessoa. Tornando-o um mal professor, advogado e até um mal politico. Em um teste executado em vários países, consistia em deixar 12 carteiras com dinheiro na rua e vê quantas seriam devolvidas. Em conclusão, no Rio de Janeiro voltara 4, porém, uma sem dinheiro. Em lisboa, apenas 1 voltou. Já em Helsinque 11 foram devolvidas.
Esse gestinho característico vem sendo repetido desde 1500, quando o Brasil foi descoberto. Mas dentro do próprio ambiente familiar tem que ser ensinado desde a infância, a seguir bons modos, e que corrupção por mais pequena que seja não é justa. As escolas também tem um importante papel nesta formação, visto que é o segundo lar da criança ao jovem. E podem trabalhar de forma intensiva os pequenos gestos e o porque de não comete-los, e contribuir que essa vivência seja praticada todo dia, do primeiro ao ultimo dia de aula do estudante. Só assim podemos tirar este rótulo do nosso país.